






Fala-se muito em Liderança e Líderes. Mas, muito pouco sobre Liderados.
Durante nossa vida, desempenhamos, inevitavelmente, papéis tanto de
líder e de liderado. E isso, de forma natural, sem atentarmos a esse
detalhe. Uma pessoa pode ter uma posição de destaque, ser reconhecidoe valorizado por seus colegas dentro de um ambiente corporativo, mesmo não exercendo um cargo de comando ou gerência.
Em qualquer convívio social, seja na empresa, na faculdade, no
clube ou no círculo familiar e de amizade, encontraremos situações nas quais somos compelidos a tomar uma posição e, dependendo da atitude, poderemos estar liderando uma situação, mesmo sem ter essa intenção. O contexto e as qualidades pessoais intrínsecas poderão definir a posição, de ser líder ou de ser liderado. Somos líderes em alguns momentos e liderados em outros.
Essa ambivalência de situações é perfeitamente normal. Em um
grupo de pessoas não pode existir apenas líderes. Haverá necessidade de liderados. Imaginemos um time de futebol, supostamente composto apenas de líderes, mesmo que essa liderança seja, em sua maioria, “liderança técnica”, ou seja, por força da qualidade como jogador, mas como uma equipe não funcionará. Se todos mandarem no time e, na ausência dos “carregadores de piano”, ou aqueles que obedecem, o time se tornará um amontoado de craques, sem coerência, sem um plano único e sem entrosamento. Um fiasco!
O que percebemos, através da experiência e da análise das
relações humanas, é a valorização de qualidades pessoais, como, visão, criatividade, dedicação, confiança e humildade. E as pessoas que são detentoras de tais características, têm maior probabilidade de se tornarem líderes ou liderados de sucesso.
Não existe melhor ou pior entre ser líder ou ser liderado, os dois
são importantes para se atingir metas. O que devemos levar em consideração, sim, é a consciência do papel que exercemos em uma função e do poder de escolha que dispomos, ou para mantermos as nossas atitudes ou para alterá-las, se assim desejarmos.
Concentre-se, pois, em desenvolver as qualidades acima
e você fará toda a diferença, esteja onde estiver. Até ser um liderado, mas de sucesso! Fonte: http://www.nippobrasil.com.br/RH/rh16.php |
Capelania é o exercício da assistência espiritual a um referido grupo. É levar a fé, a esperança e o amor aperfeiçoando sua fé com as obras.
Capelão é um ministro de confissão religiosa; autorizado a prestar assistência religiosa, realizar reuniões de cunho religioso ou cívico e ministrar os sacramentos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham o seu capelão.
(Wikipédia – Enciclopédia Livre)
Na sociedade devemos nos portar com descrição, respeito e dignidade cristã; devemos ter boa conduta, irrepreensíveis perante todos; devemos amar o Brasil e se esforçar para que todos quantos nos cercam amem a Pátria e observe as suas Leis.
Devemos zelar pelo bom nome dos colegas, não permitindo que, em qualquer situação, haja comentários desabonadores a respeito dos mesmos. Devemos fazer tudo quanto estiver ao nosso alcance para evitar que, quem quer que seja, use propaganda negativa contra os Capelães através de imprensa escrita, falada e televisada.
eliasebn@ig.com.br
– (21) 7599-5743